Eu sou uma primavera em brado
E não me contento com que é me imposto.
Assim é Joana Aguiar. Menina mulher que luta por um mundo mais justo, mais igualitário e melhor para nós, mulheres.
E não teria problema lutar por isso. Se não fosse a época.
Joana mora na grande São Paulo, 1929, diferente das demais meninas de sua idade, ela não quer casar. Ela quer ir atrás dos seus sonhos.
E Tadeu Narcole também. Sonha em levar sua família para Itália e abrir seu Clube de Jazz e mostrar sua arte para o mundo.
Entre caminhos forçados, escolhas próprias e destino agindo, Tadeu e Joana nos mostram a força do amor.
E que amar nem sempre é sobre estar junto. Mas também saber sacrificar.
Com personagens que mais me parecem amigos meus, ler Primaveras em Brado foi uma experiência deliciosa enquanto leitora da Carol. Embarcar em uma viagem há quase 100 anos atrás.
Primaveras em Brado não é sobre vilãos e mocinhos. Mas sobre nós. Humanos. Que erramos e acertamos e tudo bem quanto à isso.
É sobre saber o momento de voltar um passo, para poder andar três.
Sobre atitudes duvidosas, porém motivos nobres. Mortes que não aceitamos e outras por justiça própria.
Sobre acima de qualquer amor romântico, a amizade prevalecer. Porque, mesmo quando todos se vão - por sua vontade ou não -, o bom amigo fica.
Primaveras em Brado é sobre ser, e entender de fato, uma mulher em Brado. Uma força resiliente. É sobre ser uma Primavera em Brado.
Uma flor que resiste. Onde for, como for.
O livro está disponível no Kindle unlimented e eu mal posso esperar pelo segundo.







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